Sabemos que o Brasil era habitado por índios, no Rio de Janeiro o seu território era ocupado em sua grande maioria pela tribo dos tupinambás, conhecida como tamoios.

Em Janeiro de 1502 a cidade foi descoberta através de uma expedição portuguesa comandada por Gaspar de Lemos que Batizou a baía com o nome de Rio de Janeiro. Mesmo que Gaspar tenha dado o nome à baía, foram os franceses que se estabeleceram primeiro na região.

É somente em 1555 foi que os franceses foram expulsos, dez anos depois, em 1565, Estácio de Sá funda a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, nesta época a cidade tinha o estilo Português medieval.

A cidade por ter uma localização bem estratégica é desenvolvida então na Baía de Guanabara a zona portuária e o livre comércio no fim do século XVII e início do século XVIII, onde fazia o transporte de pedras preciosas vindas de Minas Gerais, a cana de açúcar e Pau-Brasil.

Com a abertura da zona portuária a população começou a aumentar, tendo então 6000 índios, 750 portugueses e 100 negros. Na segunda metade do século XVII, o Rio de Janeiro tornara-se a cidade mais populosa do Brasil, passando a ter importância fundamental para o domínio colonial.

Através da história podemos observar que as crises econômicas na cidade já existiam, que no final do século XVIII em meio a uma crise resultante da diminuição da extração de pedras preciosas e a competição de exportação de madeira entre os países da América do Sul que começa o cultivo do café e também a chegada da Família Real Portuguesa em 1808 que a economia da cidade volta a se restabelecer.

Em 1889 com a proclamação da república a cidade passou a enfrentar problemas devido ao crescimento desordenado, por ex- escravos, imigrantes europeus e contingentes que vinham atraídos pelas oportunidades de trabalho assalariado. No final do século XIX a cidade já havia crescido consideravelmente e contava com 800 mil habitantes, e isso trouxe consequências, as doenças como febre amarela, varíola e tuberculose, fora os problemas de saneamento básico.

Para mudar esse cenário em 1903, Pereira Passos, ao se tornar prefeito da cidade começa a reorganizar administrativamente o Rio de Janeiro, casas que não tinham condições adequadas foram demolidas levando assim a população menos favorecida para os subúrbios.

É na década de 1980 que começa a urbanização da Cidade do Rio de Janeiro, primeiro o Pão de açúcar, com a sua inauguração em 27 de outubro de 1912 e logo depois o Cristo Redentor em 12 de agosto de 1931, os dois pontos turísticos que se tornaram grandes símbolos da cidade. No ano de 1950 outro grande símbolo da cidade do Rio de Janeiro foi construído para sediar a Copa Mundial da FIFA naquele ano, o estádio Jornalista Mário Filho, Maracanã.

A cidade conheceu o seu esplendor entre os anos de 1920 a 1950, quando pessoas vinham atraídas por sua beleza naturais, seu estilo romântico e boêmio. A cidade que desde 1763 a capital do país, perde seu posto em 21 de abril de 1960 com a inauguração de Brasília.

Desde o século XIX o Rio de Janeiro continuou crescendo, primeiramente em direção ao Norte, onde temos os Bairros de São Cristóvão e Tijuca, e depois em direção à zona sul, onde temos os Bairros da Gloria, Flamengo e Botafogo. Mesmo no início do século XX a cidade mostrou-se com suas construções imponentes, onde ainda matem estruturas da época da colonização como o Paço Imperial.

O Rio de janeiro, viu e passou por mudanças significativas ao longo dos anos, foi a capital do Império e assistiu a queda da Monarquia, o começo da Republica, da Ditadura o retorno da democracia, foi a capital federal perdeu esse posto com a inauguração de Brasília.

Com o desenvolvimento da cidade e sua modernização, a emigração e imigração o seu crescimento populacional hoje conforme dado do Censo do IBGE de 2010 a sua população e de 6.320.446 habitantes com estimativa para o ano de 2019 ter 6,718.903 habitantes. O rio possui uma densidade demográfica de 5.265,82 habitantes/km².

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